Na BR 041 que liga a capital mineira, Belo Horizonte, ao Distrito Federal, próximo à cidade mineira de Paracatu, uma colisão entre um carro Peugeot 303 e uma caminhonete D-10 revelou um segredo que estava guardado a sete chaves.
Um assessor de um alto figurão do GDF transportava uma mala recheada de dinheiro em espécie. O acidentado foi levado para o hospital de Paracatu e ali foi aberta a tal mala, que causou espanto a todos no hospital.
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O taxista que trouxe o tal assessor milionário já prestou depoimento e a qualquer momento esta coluna terá acesso ao nome do assessor, ou bom funcionário que presta serviço desta natureza para o seu patrão.
O que se sabe é que os envolvidos devem estar com problemas para dormir.
PED do PT
Após votar no processo de eleições diretas do Partido dos Trabalhadores (PED), a presidente Dilma Rousseff retornou para o Palácio da Alvorada. Lá, toda confiante, ciente de que terminou o ano vitoriosa em seu maior desafio: evitar o clima de “volta, Lula” que o presidente Ruy Falcão, reeleito para dirigir o PT, tentava impor na agenda eleitoral do partido. Dilma diz não ter mais dúvidas de que disputará um novo mandato, e que o próprio Lula sabe que não há mais tempo para esse debate.

Já no PT do Distrito Federal, o partido parece não confiar nas urnas eletrônicas que deram a vitória de Lula e Dilma. O Tribunal Regional Eleitoral sempre colocou à disposição as urnas eletrônicas em qualquer votação em âmbito nacional e local, mas a legenda, na eleição onde definiu os presidentes nacional e regional, usou a urna de papelão com cédula de papel.
Será que isso é confiar ou desconfiar do resultado?
Perdendo apoio

o PMDB e o PP já decidiram que vão apoiar a candidatura presidencial de Aécio Neves e no estado votarão no tucano Marcio Bittar, primeiro-secretário da Câmara dos Deputados. Bittar terá como companheiro de chapa o deputado Gladson Camelli, do PP.
Armando com Lula
Se Lula insistir no apoio do PT a Armando Monteiro, irá criar outra grave crise na legenda na terra do governador Eduardo Campos.
Lula convidou o líder do PMDB, senador Eunício Oliveira, para um almoço na sexta passada no Instituto Cidadania. Há uma preocupação enorme do ex-presidente com a perspectiva do PMDB romper a aliança e não apoiar a reeleição da presidente Dilma.

Os 62 votos do Ceará controlados por Eunício são fundamentais para que o PT continue tendo o apoio peemedebista. Depois desse encontro, finalmente Lula compreendeu que o vice-presidente Michel Temer não tem mais o controle do PMDB. Assustado, Lula disse a Eunício que ele irá se empenhar pessoalmente em resolver suas questões com o governador Cid Gomes.
Caminho sem volta

“Eduardo vai esquecer essa história de candidatura ao Planalto e apoiará a reeleição da presidente Dilma”, foi o que declarou ontem antes de votar nas eleições internas do PT o deputado João Paulo.
Só que esse discurso é vazio. Eduardo não recuará e está convencido de que chegará ao segundo turno e que ao chegar lá vence Dilma.
Barrado no Senado
O ministro Paulo Bernardo tem pressa na votação dos novos conselheiros da Anatel- João Resende e Igor Villas Boas –, cujas indicações estão no Senado. Mas surgiu um problema. O líder do PMDB, Eunício Oliveira, não engoliu a escolha de Igor e resiste a esse nome.
Por isso, indicará um relator para a recondução de João Resende, que assim pode ter um novo mandato e voltar à presidência da Anatel. Porém, sobre a situação de Igor, Eunício disse ao ministro das Comunicações que não deixará ir a voto.
Operação Átrio ou Hamurábi?
Nos últimos tempos as operações policiais, sejam na esfera federal ou estadual, passaram a chamar a atenção da população, não apenas pelo objeto da investigação, mas principalmente pelo nome que as corporações policiais adotam para denominá-las. A última realizada no DF chegou a ser batizada duas vezes. Pelo Ministério Público, foi chamada de Átrio e pela polícia de Hamurábi. Acabou pegando o primeiro nome, mas isto mostra a que ponto a vaidade nas investigações está chegando.
O passado de Paulo Octávio como vice de Arruda chegou a ser mais lembrado do que o conteúdo da operação. Nem as prisões e certamente a farta munição de escutas, documentos e depoimentos, que mereceram maior atenção e certamente só virão à tona se for do interesse da grande imprensa e a independência jornalística permitir.
Até lá, temos que ter a capacidade de depurar o que lemos, escutamos ou vemos, para realmente compreendermos a verdade por trás do escândalo dos alvarás.







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