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Professores cruzam os braços
Categoria decidiu pela paralisação que começa a partir da próxima segunda -feira (12)
09/03/2012 07h47
Michel Aleixo
VALÉRIA CARVALHO/SINPRODF
Entre as principais reivindicações estão o plano de carreira, de saúde e equiparação salarial
Foto: VALÉRIA CARVALHO/SINPRODF
Entre as principais reivindicações estão o plano de carreira, de saúde e equiparação salarial
Em assembleia realizada na manhã de ontem, os 28 mil professores da rede pública do Distrito Federal decidiram entrar em greve a partir de segunda-feira, 12 de março. As principais reivindicações da categoria são a restruturação do plano de carreira, do plano de saúde e a equiparação salarial com as demais categorias de nível superior do governo. Com a paralisação, 550 mil alunos vão ficar sem aulas por tempo indeterminado.
De acordo com o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), cerca de 12 mil educadores participaram da assembleia que ocorreu em frente ao Palácio do Buriti. “A decisão de greve foi unanime. No entanto, queremos ressaltar que tentamos negociar nossas reivindicações  com o governo desde abril do ano passado. Como não houveram propostas, as aulas só reiniciam quando o GDF sentar conosco para negociar”, afirma a diretora de comunicação do Sinpro, Rosilene Correa.
Na última semana, o Ministério da Educação (MEC) estipulou o valor do piso nacional do magistério para 2012, que ficou em R$ 1.451. O valor é muito abaixo do piso já empregado na capital da república, que é de R$ 2.314, o maior do país. Para Rosilene, o valor não é alto quando levado em conta, o custo de vida no Distrito Federal. “Compare nossos salários com o de outras categorias de nível superior. Em Brasília, temos o metro quadrado mais caro do país, entre outros custos. Não é o nosso piso que é alto, o problema é que todos os outros estados da federação pagam mal os professores”, defende.
O Secretário de Educação, Denilson Bento da Costa informou em entrevista exclusiva ao Alô, que o governo pede compreensão da categoria. “A Lei de Responsabilidade Fiscal nos impede de falar em aumento salarial este ano. Tanto é que o governo vem tomando medidas para reduzir custos com a folha de pagamento”, disse. O secretário lembrou ainda, que os professores tiveram um reajuste salarial de 13,33% em 2011. “Foi o maior reajuste salarial entre todas as categorias do GDF, o dobro da inflação no período. Nosso compromisso é atender as demandas dos educadores nos quatro anos de governo. Mas no momento o aumento de salários está descartado”, acrescentou.

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