
O Fórum Mundial da Água encerrou neste sábado em Marselha sua 6ª edição com o objetivo de convencer os líderes mundiais de abordar o assunto água como "um problema global" que deve ser resolvido "para benefício da humanidade", nas palavras de seu presidente, Loic Fauchon. "Vivemos uma mudança radical na questão da água porque é imposta como primeira prioridade no desenvolvimento mundial" declarou Fauchon no Palácio de Congressos e Convenções de Marselha, no sudeste da França.
Este encontro de caráter trienal, que seguiu o realizado em Istambul em 2009 e reuniu a mais de 10 mil pessoas para debater sobre a água entre 12 e 17 de março, certificou também que "o papel dos Parlamentos é absolutamente crucial" para buscar soluções em matéria de gestão sustentável dos recursos hídricos.
Em comunicado final, o presidente do Fórum comemorou que a Conferência Mundial de Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que acontecerá de 20 a 22 de junho no Rio de Janeiro, tenha decidido incluir o assunto da água pela primeira vez entre seus nove pontos chave.
Além disso, a Assembleia Geral das Nações Unidas fixou para o mês de julho uma jornada "totalmente dedicada à água", acrescentou Fauchon em comunicado.
Uma declaração ministerial não vinculativa adotada pelos participantes das delegações de 130 países presentes no Fórum assinalou que é hora de buscar "soluções" a um problema crucial para conseguir os Objetivos do Milênio de 2015 das Nações Unidas.
Entre os pontos abordados, está o acesso à água potável e ao saneamento, já que repercute no bem-estar e na saúde de todos os habitantes do planeta e serve como base para avançar no desenvolvimento sustentável e na criação de emprego.
Em paralelo, um fórum alternativo do qual participaram ecologistas e "altermundistas" tentou desmontar a mensagem oficial para ressaltar que a água não é uma mercadoria, mas um bem comum de todos os cidadãos.
As ONGs representadas nesse outro fórum afirmaram que a referência correta para este tipo de encontros seria a proteção das Nações Unidas e não uma reunião administrada "por multinacionais".
Este encontro de caráter trienal, que seguiu o realizado em Istambul em 2009 e reuniu a mais de 10 mil pessoas para debater sobre a água entre 12 e 17 de março, certificou também que "o papel dos Parlamentos é absolutamente crucial" para buscar soluções em matéria de gestão sustentável dos recursos hídricos.
Em comunicado final, o presidente do Fórum comemorou que a Conferência Mundial de Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que acontecerá de 20 a 22 de junho no Rio de Janeiro, tenha decidido incluir o assunto da água pela primeira vez entre seus nove pontos chave.
Além disso, a Assembleia Geral das Nações Unidas fixou para o mês de julho uma jornada "totalmente dedicada à água", acrescentou Fauchon em comunicado.
Uma declaração ministerial não vinculativa adotada pelos participantes das delegações de 130 países presentes no Fórum assinalou que é hora de buscar "soluções" a um problema crucial para conseguir os Objetivos do Milênio de 2015 das Nações Unidas.
Entre os pontos abordados, está o acesso à água potável e ao saneamento, já que repercute no bem-estar e na saúde de todos os habitantes do planeta e serve como base para avançar no desenvolvimento sustentável e na criação de emprego.
Em paralelo, um fórum alternativo do qual participaram ecologistas e "altermundistas" tentou desmontar a mensagem oficial para ressaltar que a água não é uma mercadoria, mas um bem comum de todos os cidadãos.
As ONGs representadas nesse outro fórum afirmaram que a referência correta para este tipo de encontros seria a proteção das Nações Unidas e não uma reunião administrada "por multinacionais".







Nenhum comentário: