Nem as denúncias contra o ministério da Agricultura, nem a rejeição dos militares à nomeação de Celso Amorim na Defesa. A principal preocupação da presidente Dilma Rousseff neste momento é com a ameaça de um tsunami na economia mundial a partir dos problemas nos Estados Unidos.
Dilma e a equipe econômica estão convencidos de que a política americana adotada para fazer frente à crise está errada e que a União Européia não só não resolveu o problema como permite a contaminação de países, numa escala crescente de gravidade. “Europeus têm de parar de bater cabeça!” – diz o ministro Mantega, que andou passando lição de casa para os Estados Unidos. O ministro da Fazenda diz que os americanos têm de gerar empregos e crescer e não o contrário.
Dilma tem conversado com os principais interlocutores políticos e econômicos sobre suas preocupações. Prepara-se para uma reação de emergência. Já avisou ao presidente da Câmara, Marco Maia, que pode ter de mudar a pauta de prioridades a qualquer momento. E que disputas políticas terão de ser deixadas de lado para aprovar eventuais medidas para enfrentar o turbilhão internacional.
Fonte;blog da cristina lemos R7.com
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