Sempre que acontece problemas com a segurança em condomínios, como assaltos e infelizmente homicídios, muitas vozes se levantam para trazer a luz dos “julgadores” de plantão, a figura do síndico.
É comum ouvirmos ou lermos frases com teores depreciativos, tipo esse prédio não tem segurança, ou o síndico não toma providências e o dinheiro pago em condomínio não oferece o menor retorno.
Enfim, sobram questões e questionamentos. Dia desses, na faculdade de “Direito” em que estudo, foi levantada uma questão baseada em um caso concreto. Um professor mais antenado sugeriu uma espécie de enquete apoiada em um caso relatado na sala de aula.
Este caso dizia respeito a um acidente com vítima, em um determinado condomínio, e questionava de quem seria a culpa criminal. A grande maioria, 95% dos alunos, respondeu que o fato era da alçada do síndico.
Claro, compreendemos que o condomínio tem responsabilidade por tal segurança. Mas, pensando bem, só ele tem deveres? Será que os, condôminos, não tem participação nesse delicado processo de proteção à nossa própria vida e a de nossos vizinhos?
Na verdade, podemos comparar essa administração como a de um piloto em uma aeronave, que tem a responsabilidade de nos conduzir a determinado lugar. Mas se os passageiros não colaborarem, respeitando as normas de segurança de vôo, um desastre poderá acontecer e de proporções lamentáveis.
Da mesma forma, se os moradores não colaborarem com o síndico, não respeitando as normas básicas de segurança de um condomínio, ficará muito difícil quaisquer esforços para implantação de medidas preventivas.
Lembremos, pois que o síndico é um amigo e não um super herói. Ele é humano tanto quanto porteiros, zeladores e moradores; e quando acontece um imprevisto, sua vida e de sua família, dependendo da situação, também ficam ameaçadas.
Fica aqui uma proposta para reflexão: quando em seu condomínio, em seu prédio, são realizadas reuniões onde são debatidas mudanças de ordem administrativa, conceitos, opiniões, plano orçamentário, convocadas pelo síndico, será que todos nós moradores participamos? Acatamos o
convite e com alegria participamos com idéias e sugestões ou simplesmente ignoramos?
Depois de muito pensar, devemos nos conscientizar de que a responsabilidade é de todos nós e que devemos, enfim, assumir um compromisso maior, voltado principalmente para o bem comum.
“Lembremos, pois que o
síndico é um amigo e não um
super herói. Ele é humano
tanto quanto porteiros,
zeladores e moradores...”
por Ricardo Quirino
Deputado Federal - PRB/DF
Na verdade, podemos comparar essa administração como a de um piloto em uma aeronave, que tem a responsabilidade de nos conduzir a determinado lugar. Mas se os passageiros não colaborarem, respeitando as normas de segurança de vôo, um desastre poderá acontecer e de proporções lamentáveis.
Da mesma forma, se os moradores não colaborarem com o síndico, não respeitando as normas básicas de segurança de um condomínio, ficará muito difícil quaisquer esforços para implantação de medidas preventivas.
Lembremos, pois que o síndico é um amigo e não um super herói. Ele é humano tanto quanto porteiros, zeladores e moradores; e quando acontece um imprevisto, sua vida e de sua família, dependendo da situação, também ficam ameaçadas.
Fica aqui uma proposta para reflexão: quando em seu condomínio, em seu prédio, são realizadas reuniões onde são debatidas mudanças de ordem administrativa, conceitos, opiniões, plano orçamentário, convocadas pelo síndico, será que todos nós moradores participamos? Acatamos o
convite e com alegria participamos com idéias e sugestões ou simplesmente ignoramos?
Depois de muito pensar, devemos nos conscientizar de que a responsabilidade é de todos nós e que devemos, enfim, assumir um compromisso maior, voltado principalmente para o bem comum.
“Lembremos, pois que o
síndico é um amigo e não um
super herói. Ele é humano
tanto quanto porteiros,
zeladores e moradores...”
por Ricardo Quirino
Deputado Federal - PRB/DF








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